Polícia Militar salva menino de 1 ano e 2 meses que se afogou em piscina

O pequeno Gabriel voltou a respirar graças ao empenho duas policiais que fizeram todos os procedimentos necessário de forma rápida

A última sexta-feira (26) foi cheia de susto e também de emoção para uma família do distrito de Riacho Grande, em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo. Na ocasião, o pequeno Gabriel, de 1 ano e 2 meses, caiu em uma piscina, se afogou e só voltou a respirar após o atendimento rápido de duas policiais militares, integrantes do 6º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M).



Tudo ocorreu por volta das 10 horas da manhã. As cabos Andreza Pareschi e Patrícia Ehremberger faziam ronda comunitária quando pararam em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e ouviram uma mulher gritando com o celular na mão. Questionada, a moça contou que seu filho tinha acabado de cair na piscina e precisava ser socorrido.

A mãe entrou no carro de um desconhecido no desespero e a equipe da PM a seguiu até o local da ocorrência. No endereço, as policiais encontraram o menino já fora da piscina, deitado, e seu avô tentando salvá-lo do jeito que podia.

“Rapidamente peguei a criança e verifiquei que ela não tinha pulsação e respiração, então iniciei os procedimentos [manobra de ventilação] para salvá-lo. Coloquei o Gabriel no meu joelho e dei alguns tapinhas em sua costas. Fiz isso duas vezes e na última ele vomitou toda a água e começou a chorar”, relembrou Andreza.

Todo o salvamento realizado pela equipe foi informado via rádio para outros integrantes da 6ª companhia, que acionaram a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) local para receber o menino, que foi levado até o local de viatura. Ele precisou ficar internado por algumas horas na unidade, mas recebeu alta no mesmo dia e passa bem.

“Foi uma experiência maravilhosa e um milagre. Eu e minha colega não conseguimos falar disso sem chorar. A gente, que é mãe, pensa nos nossos filhos em uma situação como essa”, disse Andreza. “O meu sentimento é só de gratidão. Elas [as cabos] correram contra o tempo e se colocaram no me lugar como mãe, não desistindo, em momento algum, do meu filho”, destacou a mãe da criança salva, Amanda de Souza.

Por coincidência do destino, a mãe do pequeno Gabriel recebeu essa ajuda de uma professora do passado, que te passou muitos ensinamentos importantes. Ela foi aluna da cabo Patrícia no ano de 2006 por meio do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência – Proerd. “Eu jamais imaginei reencontrá-la desta forma. Foi uma experiência incrível”, destacou Amanda.